No senso comum, uma Constelação é um grupo de estrelas que aparecem próximas umas das outras no céu que quando são ligadas formam uma imagem de um animal, objeto ou seres fictícios. Em Gramática, é o coletivo de estrelas (qualquer conjunto de estrelas pode ser chamado de constelação). Mas para a Astronomia, constelação é uma região do céu, conforme proposto por Eugène Joseph Delporte em 1930 e adotado pela União Astronômica Internacional.
Nesse conceito astronômico, pertencem a uma constelação não somente estrelas, mas qualquer objeto celeste que, visto a partir da Terra, esteja contido na mesma região, mesmo sem qualquer ligação astrofísica com outro objeto ou estrela da constelação. Na verdade, normalmente estão bastante distantes uns dos outros. Tudo o que está em uma constelação mantém apenas um vínculo (uma ligação) aparente.
Todos os povos sempre observaram o céu- além de o observarem por prazer, também se orientavam por ele- e projetaram nele imagens que faziam parte de sua vida diária. No hemisfério sul reconhecem-se facilmente o Cruzeiro do Sul. As Três Marias são facilmente reconhecidas dentro do retângulo de Orion. Das constelações do zodíaco, Escorpião é a que mais se parece com o nome que recebeu.
Diferentes povos deram diferentes nomes a constelações, como a constelação de Ursa Maior.
São definidas 88 constelações, que podem ser classificadas em:
• Boreais – que localizam-se no hemisfério celeste norte,
• Austrais – que localizam-se no hemisfério celeste sul, e
• Zodiacais - que são cortadas pela eclíptica, localizando-se próximas dos limites entre os hemisférios norte e sul celestes.
• Equatoriais - que são cortadas pelo equador celeste.
Algumas das constelações boreais são: Andrômeda, Áries, Cisne, Dragão, Perseu e Ursa Maior. Já entre as austrais estão: Centauro, Cruzeiro do Sul, Lagarto e Sagitário. São visíveis na altura da linha do equador celeste, entre outras: Baleia, Peixes, Capricórnio e Orion.
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