sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Buraco Negro

Um buraco negro clássico é um objeto com campo gravitacional tão intenso que a velocidade de escape excede a velocidade da luz (299.792,458 km/s, equivalente a 1.079.252.848,8 km/h). Nem mesmo a luz pode escapar do seu interior, por isso o termo "negro" (cor aparente de um objeto que não emite nem reflete luz, tornando-o de fato invisível). A expressão "buraco negro", para designar tal fenômeno, foi cunhada pela primeira vez em 1968 pelo físico americano John Archibald Wheeler, em um artigo científico histórico chamado The Known and the Unknown, publicado no American Scholar e no American Scientist. O termo "buraco" não tem o sentido usual, mas traduz a propriedade de que os eventos em seu interior não são vistos por observadores externos.


Teoricamente, um buraco negro pode ter qualquer tamanho, de microscópico a astronômico (alguns com dias-luz de diâmetro, formados por fusões de vários outros), e com apenas três características: massa, momento angular (spin) e carga elétrica, ou seja, buracos negros com essas três grandezas iguais são indistinguíveis (diz-se por isso que "um buraco negro não tem cabelos"). Uma vez que, depois de formado, o seu tamanho tende para zero, isso implica que a "densidade tenda para infinito".



A queda no buraco negro e a natureza quântica

com as simulações Se conseguíssemos observar uma queda real de um objeto num buraco negro, de acordo virtuais, veríamos este mover-se cada vez mais devagar à medida que se aproximasse do núcleo massivo. Segundo Einstein, há um desvio para o vermelho, e este também é dependente da intensidade gravitacional. Isto se dá porque, sob o ponto de vista corpuscular, a luz é um pacote quântico com massa e ocupa lugar no espaço, portanto tem obrigatoriamente uma determinada velocidade de escape. Ao mesmo tempo, este pacote é onda de natureza eletromagnética e esta se propaga no espaço livre. É sabido que longe de campo gravitacional intenso, a frequência emitida tende para o extremo superior (no caso da luz visível, para o violeta).

À medida em que o campo gravitacional começa a agir sobre a partícula (luz), esta aumentará seu comprimento de onda, logo desviará para o vermelho. Devido à dualidade matéria-energia não é possível analisar a partícula como matéria e energia ao mesmo tempo: ou se a enxerga sob o ponto de vista vibratório ou corpuscular.



Constelações

No senso comum, uma Constelação é um grupo de estrelas que aparecem próximas umas das outras no céu que quando são ligadas formam uma imagem de um animal, objeto ou seres fictícios. Em Gramática, é o coletivo de estrelas (qualquer conjunto de estrelas pode ser chamado de constelação). Mas para a Astronomia, constelação é uma região do céu, conforme proposto por Eugène Joseph Delporte em 1930 e adotado pela União Astronômica Internacional.


Nesse conceito astronômico, pertencem a uma constelação não somente estrelas, mas qualquer objeto celeste que, visto a partir da Terra, esteja contido na mesma região, mesmo sem qualquer ligação astrofísica com outro objeto ou estrela da constelação. Na verdade, normalmente estão bastante distantes uns dos outros. Tudo o que está em uma constelação mantém apenas um vínculo (uma ligação) aparente.

Todos os povos sempre observaram o céu- além de o observarem por prazer, também se orientavam por ele- e projetaram nele imagens que faziam parte de sua vida diária. No hemisfério sul reconhecem-se facilmente o Cruzeiro do Sul. As Três Marias são facilmente reconhecidas dentro do retângulo de Orion. Das constelações do zodíaco, Escorpião é a que mais se parece com o nome que recebeu.

Diferentes povos deram diferentes nomes a constelações, como a constelação de Ursa Maior.

São definidas 88 constelações, que podem ser classificadas em:

• Boreais – que localizam-se no hemisfério celeste norte,

• Austrais – que localizam-se no hemisfério celeste sul, e

• Zodiacais - que são cortadas pela eclíptica, localizando-se próximas dos limites entre os hemisférios norte e sul celestes.

• Equatoriais - que são cortadas pelo equador celeste.

Algumas das constelações boreais são: Andrômeda, Áries, Cisne, Dragão, Perseu e Ursa Maior. Já entre as austrais estão: Centauro, Cruzeiro do Sul, Lagarto e Sagitário. São visíveis na altura da linha do equador celeste, entre outras: Baleia, Peixes, Capricórnio e Orion.


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A grande viagem aos Cometas e Asteróides

Ás 9:30 da noite, parte uma grande nave a procura de novas descobertas ,a nave que foi construida á 3 meses
atrás.
A nave com suporte para duas pessoas e um asssistente , a  nave foi feita toda de aço e é resistente ao calor que é muito grande, para que a ação radioativa não ultrapasse para nave.
Dentro dela é super-moderna temos o rádio de comunicação com a sala que passa todas comandas para nave, uma  câmera filmadora que passa todas imagens de dentro e fora da viagem. Tem suportes pequenos para colocar alimentos e água, e uma pequena televisão.
A roupa é confortável não atrapalha os movimentos,é feita de algodão por dentro,tem uma textura grossa. A cor é rosa e com bolinhas brancas.
Ás 9:52 da noite do dia 20/10/2009  chega a nave á cometas e asteróides.
Encontramos um asteróide de Ao:1990 é um corpo menor do sistema solar.È chamado de planetóide o termo asteróide vem do grego "aster -estrela " "oide -sufixo que denota semelhança mais de três mil asteróides é eles possuem diversos dados orbitas .
Provavelmente tem asteróides a serem descobertos nesta galáxia  Os asteróides tem brilhos diversos ,
Existe um cinturão de asteróide diversas faixas estão vazias, alguns asteróides podem chegar perto da terra.
Um deles é o famoso "Eros ", que encontra-se o cinturão . Pode vê com fotometria,polarimetria,ou radiometria .
Os cometas são objetos celestes, um percorrem em órbita regular ao redor do sol.È os não-periódicos entram no sistema solar.
Numa viagem eletrizante encontramos o núcleo , á cabeleira ou coma e cauda as três divisões do cometa .
O cometa dura cerca de 10 milhões de anos.
Algumas anomalias  que acontecem pode tirar alguns corpos das posições e atraem para o sol e só o cometa parabolica é hiperbolica aproximam do sol  uma vez e retorna ao espaço inter estelar.
Eleptíco são cometas periódicos que provoca influência gravitacional dos planetas.
   Ao cair da tarde do dia 22/10/2009 ás 5:30pm chega a nave a terra com ótimas imagens de uma bela origem dos cometas e asteróides.

Plutão

                       

Seriamos os primeiros a ir em plutão, porque o planeta ainda não recebeu a visita de uma nsve especial, o plutão foi descoberto em fevereiro de 1930, pelo jovem Clyde Tombaugh que tinha 24 anos, os humanos vivessem no tempo de plutão, jamais chegariam ao primeiro aniversário , o planata completa a sua órbita ao redor do sol uma vez a cada 248 anos terrestres.
Em Plutão, não é possível respirar o frio é insuportável, e tem uma atmosfera muito fina, ele gira sobre seu eixo horizontal, ele equivale a 64 dias terrestres.
Construir uma casa foguete muito resistente, ao frio com materias da nasa, com muito oxigênio para poder respirar.
Saimos da terra as 19:00h dia 21/07/2007 quando chegamos lá era muito escuro e precisamos usar óculos infravermelhos, para poder ver o que tinha no planeta Plutão.
Vimos muitas coisas estranhas que nunca tinha visto antes como bichos verdes com grandes olhos arregalados que parecia ser uns meteóros passando muito rápido.
Foi uma viagem inesquecivel e pretendemos ir novamente visitar o planeta Plutão para fazer novas descobertas, interessantes.
Até a próxima aventura pelo planeta Plutão.


Vênus



 Partindo para Vênus, e se aproximando dele vi que ele é muito brilhante e a rotação dele é mais rápida do sistema solar,ele tem cerca de 243 dias terrestres. Chegando lá tive que controlar com cuidado a nave, porque os ventos chegavam a uma velocidade de 360 quilômetros por hora, que quase fiz a nave ser levada. Quando pisei no planeta pude sentir que ele era muito quente, por isso usei uma roupa especial para agüentar o calor, cerca de 480°C, e ainda caminhar passando por vários vulcões. Pude observar grandes crateras, montanhas e zonas onde onde crateras foram cobertas por lava, isso deixa o ambiente seco e empoeirado e por isso tive que usar uma máscara. Más mesmo Vênus sendo um planeta quente, com muito vento, vulcões e grandes montanhas é um planeta com uma paisagem maravilhosa, e um ambiente Silencioso. Os dias passaram bem rápido lá, que nem dava para perceber, más foi uma ótima viagem.

Netuno


A minha longa viagem a Netuno

A minha viagem a Netuno foi muito longa, já que ele é um dos paises mais distantes do Sol mas pude aproveitar bem a viagem contemplando vários planetas e um universo cheio de estrelas.
Quando eu estava a alguns mil quilômetros de distancia notei que havia duas manchas escuras, uma grande e outra pequena, e quando cheguei lá eram enormes e colossais furacões que quase colocou a viagem em risco, tive que usar o sistema especial da minha nave para fixar no chão e esperar a tempestade ir embora.


Após a tempestade sai para fazer a minha expedição mas fazia muito frio, cerca de -200ºC então tive que usar minha roupa mais quente.

Quando pisei no chão percebi que a atmosfera era rochosa mais tinha um gás do qual tinha um cheiro horrível e umas luzes que dava efeito de que o planeta era azul, era como se estivéssemos caminhando sobre o céu.

A coisa que eu fiquei mais fascinado foi que Netuno tinha oito luas, mas a que eu mais me encantei foi Tritão a maior lua netuniana.

Foi uma das minhas mais longas e perigosas viagens a um planeta, na volta fiquei com medo porque usei muita gasolina pra chegar e não sabia se tinha gasolina suficiente para voltar, mais graças a Deus acabou tudo bem.